Tão meiga e rebelde, tão grossa e educada, tão madura e ao mesmo tempo tão infantil. Tão eu.
Eu não sou bonita, não sou seduzente ou algo do tipo. Sou atrapalhada, enrolada, confusa e muito idiota. Sei lá, às vezes nem sei porque fico pensando no motivo de ninguém querer se quer olhar pra mim, é tão óbvio.
“Quando você tenta de novo, e de novo, e mais uma vez, esperando um final diferente, sabendo que vai ser sempre igual, nasce um vício.”